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Leia análises, reflexões e opiniões sobre os temas que impactam Itajubá e o mundo
Como está seu coração?
Um dia, a minha filha Thaís me enviou isto pela internet: "Pai, a minha amiga Renata está participando de uma seleção de treinee na Kraft, em Curitiba. De 18000 candidatos, ela ficou entre os
Prof. Paulo Roberto Labegalini
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17 de nov. de 2011
Com sede de coisas boas
Estamos com sede de coisas boas, façamos então nosso coração sede destas mesmas coisas. Criar espaço no coração é praticar saúde é ser são. Evite, na medida do possível, sentar à mesa do bar
Ricardo Leme
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10 de nov. de 2011
Ainda os meus alunos...
E ainda a propósito do mesmo filme, ?Antes de Partir?, que assistimos para depois discutirmos juntos a respeito das questões da vida e da morte, e do nosso papel de médicos quando a morte do
Dra. Graça Mota Figueiredo
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9 de nov. de 2011
Avó
De quando em quando, minha avó tirava os óculos de aros dourados e fininhos que ficavam sempre na ponta do nariz e parecia fazer um esforço imenso para alcançar o peito do pé. Os dedos finos
Misa Ferreira
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5 de nov. de 2011
Como administrar uma crise empresarial
Nesses últimos anos constatei que muitos dos problemas existentes no âmbito da empresa decorrem da falta de diálogo entre os seus dirigentes. Infelizmente em algum momento sócios, diretores o
Dennis Olimpio
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3 de nov. de 2011
A Alegria Perfeita
Para você, o que significa uma ?alegria perfeita? em sua vida? Para você, o que significa uma ‘alegria perfeita’ em sua vida? Se me perguntassem, eu diria: em primeiro lugar, não
Prof. Paulo Roberto Labegalini
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3 de nov. de 2011
Meus alunos
As matérias que eu leciono na Faculdade de Medicina nem sempre parecem fáceis para os meus alunos. Eu falo com eles sobre morte, e morte não é um assunto fácil para ninguém. No entanto, e cad
Dra. Graça Mota Figueiredo
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24 de out. de 2011
A boa fé objetiva e a revogação da ?lei de Gerson? nas relações empresariais
Todos nós sentimos que o mundo está mudando radicalmente. Temos que reconhecer que esta mudança é percebida naquilo que podemos ver ou identificar com maior facilidade, como por exemplo, no a
Dennis Olimpio
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21 de out. de 2011
Sobre baratas
Quem é que não tem medo? Só minha mãe. Ela matava barata com uma valentia incrível, depois se deitava e dormia sem nem um pinguinho de insônia. Quando a gente se reúne e começa a falar de bar
Misa Ferreira
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17 de out. de 2011
A minha avó
Eu convivi muito pouco com a minha avó paterna; tinha 5 anos quando ela morreu... E ela morreu suavemente, tão suavemente quanto sempre viveu... Morreu silenciosamente, sem fazer barulho, ass
Dra. Graça Mota Figueiredo
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12 de out. de 2011
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