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3 de out. de 2025
Prevenção e vigilância: Dr. Casé Fortes destaca importância do combate à violência infantil em seminário sul-mineiro
Durante o I Seminário Sul-Mineiro de Proteção à Infância, que reuniu cerca de 500 profissionais de diversas áreas, o promotor de Justiça de Divinópolis, Dr. Casé Fortes, ressaltou a necessida
Por Conexão Itajubá
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Durante o I Seminário Sul-Mineiro de Proteção à Infância, que reuniu cerca de 500 profissionais de diversas áreas, o promotor de Justiça de Divinópolis, Dr. Casé Fortes, ressaltou a necessidade de atenção constante da sociedade para prevenir crimes contra crianças e adolescentes, com foco especial nos abusos sexuais.

O I Seminário Sul-Mineiro de Proteção à Infância reuniu cerca de 500 profissionais das áreas de segurança pública, justiça, educação, psicologia, política e outros segmentos em Itajubá, com o objetivo de ampliar o debate e fortalecer as ações de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.
Entre os palestrantes esteve o promotor de Justiça de Divinópolis, Dr. Casé Fortes, que abordou o tema dos crimes sexuais contra menores e destacou a vulnerabilidade histórica das crianças frente à ação criminosa. Segundo ele, “todo crime é odioso, mas ainda mais quando cometido contra crianças, que são as maiores vítimas em todos os contextos, justamente pela covardia do agressor”.
Dr. Casé enfatizou a importância da prevenção, destacando iniciativas como o Movimento Todos Contra a Pedofilia, que busca disseminar informações para evitar que abusos ocorram. Entre os crimes abordados estão estupro de vulnerável, pornografia infantil, tráfico de crianças e adolescentes, e exploração sexual infantojuvenil.
O promotor também alertou para a alta subnotificação desses casos, principalmente quando ocorrem no ambiente familiar ou escolar. Com a Lei Henry Borel, deixar de denunciar situações de violência passou a ser crime, reforçando a responsabilidade coletiva na proteção das crianças.
Ele ainda ressaltou a importância da vigilância ativa por parte dos pais e responsáveis, inclusive no ambiente digital. “Até os 18 anos, os pais têm não só o direito, mas o dever de fiscalizar o que seus filhos fazem na internet. A vigilância ostensiva é, por si só, um ato de proteção”, afirmou.
Por Redação, com informações de Casé Fortes
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