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14 de abr. de 2010
A depilação a laser pode prejudicar a saúde humana?
A palavra laser é um acrônimo formado pelas iniciais de Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation. Significa, portanto, uma amplificação da luz pela emissão estimulada de radiaç
Por Conexão Itajubá
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A palavra laser é um acrônimo formado pelas iniciais de Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation. Significa, portanto, uma amplificação da luz pela emissão estimulada de radiação. Isso envolve a liberação de ondas luminosas chamadas fótons, que são emitidos por elétrons excitados.
Na pele, essa energia luminosa é absorvida por estruturas-alvo e convertida em energia térmica. No caso do pelo, a melanina - pigmento que dá a cor à pele, aos pelos e aos cabelos - é a estrutura-alvo (cromatóforo) onde a energia luminosa se converte em energia térmica. É por isso, aliás, que os pelos claros não respondem tão bem a essa terapia quanto os pelos escuros.
Os efeitos indesejáveis desse tipo de tratamento decorrem do calor liberado. Não há, porém, caráter cumulativo dessa irradiação. Isso é diferente do que ocorre com a radiação ultravioleta emitida pelo Sol e por outras fontes luminosas. É esse tipo de luz que está envolvido com o processo de envelhecimento e com os cânceres cutâneos.
Assim, não há risco no contato cumulativo com o laser utilizado na depilação.

A depilação a laser envolve a liberação de ondas luminosas, que são absorvidas por estruturas da pele e convertidas em energia térmica (foto: Dr. Braun/ Vancouver Laser & Skincare Centre - CC BY-SA 2.0).
Fonte: Ciência Hoje
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