Conexão Itajubá

Entrevista CNX

Rede de proteção à infância é fortalecida com ações da Polícia Civil e educação em Itajubá

8 de out. de 2025 • Por Conexão Itajubá

O Inspetor Everton Vieira, da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, e a Investigadora Tayana Borges, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, destacaram a importância da atuação conjunta entre escolas, forças de segurança e sociedade após o I Seminário de Proteção à Infância, que contou com a participação do promotor Dr. Casé Fortes. https://youtu.be/mz9520PSJy4 A Polícia Civil de Itajubá

O Inspetor Everton Vieira, da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, e a Investigadora Tayana Borges, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, destacaram a importância da atuação conjunta entre escolas, forças de segurança e sociedade após o I Seminário de Proteção à Infância, que contou com a participação do promotor Dr. Casé Fortes.
https://youtu.be/mz9520PSJy4

A Polícia Civil de Itajubá vem ampliando as ações de integração com a rede de proteção à infância. O Inspetor Everton Vieira, da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, e a Investigadora Tayana Borges, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), destacaram os avanços conquistados a partir do I Seminário de Proteção à Infância, realizado no município, e ressaltaram o papel de toda a comunidade no enfrentamento aos crimes contra crianças e adolescentes.

Segundo Tayana Borges, o seminário foi “muito produtivo” e contou com a presença de profissionais da educação, saúde e assistência social. “Foi um momento importante de reflexão e de construção de novas perspectivas, com a participação do promotor Dr. Casé Fortes, um dos principais nomes do país no combate à pedofilia”, afirmou.

Durante a entrevista com Dr. Casé Fortes, foi ressaltado que pessoas que tomam conhecimento de casos de abuso infantil e não denunciam também podem ser responsabilizadas criminalmente. A legislação prevê que profissionais que atuam diretamente com crianças — como professores, servidores da educação e outros funcionários escolares — têm a obrigação de formalizar e encaminhar relatórios às autoridades competentes sempre que houver suspeita ou relato de violência.

Everton Vieira explicou que, a partir do seminário, houve um movimento conjunto com a Secretaria Municipal de Educação e outros setores para criar protocolos internos de comunicação entre escolas, delegacias e demais órgãos, garantindo respostas mais rápidas e eficazes. A intenção é capacitar toda a comunidade escolar — desde funcionários da portaria até diretores — para reconhecer sinais de abuso e acionar corretamente os canais de proteção.

Outro ponto reforçado foi a responsabilidade das famílias. Dr. Casé destacou que não existe “privacidade” para menores de idade: pais e responsáveis têm o dever legal e moral de monitorar as atividades dos filhos, inclusive no ambiente digital, como forma de prevenção a crimes como a pedofilia.

Para denúncias, a população pode procurar tanto a 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil quanto a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. Também estão disponíveis os canais nacionais Disque 100, Disque 180 e 181. A identidade do denunciante é preservada.

Com os resultados positivos do primeiro seminário, já estão em andamento articulações para uma segunda edição, com temas mais específicos e ampliação da rede de capacitação. Outras cidades da região, como São Lourenço, também manifestaram interesse em aderir à iniciativa, fortalecendo a rede de proteção à infância no Sul de Minas.

Por Redação, com informações de Everton Vieira e Tayana Borges


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