Logosofia
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28 de dez. de 2022
Ser Responsável em Excesso Pode Fazer Mal?
Você sente que exige muito de si mesmo? Sente-se cansado e que não vai conseguir fazer tudo o que tem que fazer? Eu também sentia isso, leia aqui minha história...
Por Fundação Logosófica
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Fundação Logosófica[/caption]
Desde criança, tive modalidade responsável e preocupada em cumprir as tarefas e orientações que me eram passadas pelos adultos. Minha mãe relata, por exemplo, que quando eu tinha que tomar algum remédio, eu mesmo a lembrava de ministrá-lo, sem que ela tivesse que se preocupar comigo. Essa característica me trouxe muitos benefícios, mas será que essa “responsabilidade” pode fazer mal?
Fundação Logosófica[/caption]
Desde criança, tive modalidade responsável e preocupada em cumprir as tarefas e orientações que me eram passadas pelos adultos. Minha mãe relata, por exemplo, que quando eu tinha que tomar algum remédio, eu mesmo a lembrava de ministrá-lo, sem que ela tivesse que se preocupar comigo. Essa característica me trouxe muitos benefícios, mas será que essa “responsabilidade” pode fazer mal?
Do responsável ao rígido: o mal que surge do excesso
Com o tempo, fui acumulando novos projetos, como é natural com a entrada na vida adulta. A cada nova responsabilidade – faculdade, trabalho, amizades, namorada, depois casamento – aumentava minha capacidade de realizar as coisas. Minha exigência comigo mesmo foi aumentando, à medida em que observava bons resultados vindos de meu esforço, mas aí também começou um problema. A eficiência que era natural em mim foi chegando ao excesso, a ponto de se transformar em uma deficiência: passei a ser rígido comigo mesmo. Na medida em que esse pensamento de rigidez, de modalidade negativa, ganhou força em mim, ele se manifestava cada vez mais na minha conduta. Além de me tornar intolerante com meus eventuais erros, comecei a sê-lo com os erros de meus colegas e pessoas de convívio. O excesso de zelo dificultava a atuação da sensibilidade, tornando desagradáveis algumas interações com conhecidos e amigos. Com o tempo, os efeitos nocivos dessa conduta rigorosa foram se agravando, e cheguei inclusive ao desgaste psicológico e à estafa. Eu me encontrava cansado frente às várias coisas que tentava fazer com perfeição. Percebi que precisava mudar, pois algo não estava bem, conforme o próprio sofrimento – uma reação corretiva da sensibilidade – me apontava.Um método para a superação individual: combatendo o mal e restaurando o bem
Recorri aos estudos de mim mesmo, que faço com auxílio do método logosófico de mudança da conduta, que envolve quatro etapas bem lógicas (conforme orientações do livro Deficiências e Propensões do Ser Humano):- Conhecer e identificar a atuação do pensamento que causa prejuízos na vida.
- Bloquear sua atuação, nos momentos em que se o identifica.
- Debilitá-lo, por inanição, ou seja, negando-lhe o alimento que ganha quando permito que atue livremente.
- E, por fim, anular sua atuação, colocando ao longo do processo um pensamento positivo em seu lugar.
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