•
28 de mar. de 2016
O zagueiro Davi Luiz é a cara do Dunga
Mais uma vez a seleção brasileira enche um estádio em casa e ainda leva esperanças aos torcedores que de verde e amarelo sonha em resgatar o orgulho de ser brasileiro. Um jogo em que até aos
Por Prof. Ronaldo Abranches
Compartilhar

Um jogo em que até aos 25 minutos parecia que o pesadelo de 7 x 1 tinha ficado para trás. Inclusive vários cronistas da mídia nacional acharam que o time da seleção Brasileira jogou muito bem durante esses minutos iniciais. Coisa que descordo, em função do espaço deixado pela seleção Uruguaia, descaracterizando seu estilo de forte marcação. O Brasil ainda teve ao seu lado as falhas individuais e coletivas que a defesa do Uruguai proporcionava a cada momento. E por isto o gol veio logo aos 40 segundos de jogo. E ao fazer o segundo gol, os torcedores já começaram a esperar a goleada. Porém, mesmo levando o segundo gol a seleção do Uruguai não se abateu. Ao contrário, começou a adiantar seu time e tirar o espaço da seleção.
O técnico do Uruguai demonstrando uma boa leitura do jogo, no intervalo fez uma substituição alterando o 4-4-2 pelo 4-1-4-1, onde colocou um meio de campo fazendo papel de terceiro zagueiro, uma marcação mais dura em Neymar, impossibilitando o nosso craque flutuar como estava fazendo. Cavani passou a jogar mais pela esquerda.
O time simplesmente desabou emocionalmente e parece que nessas horas o fantasma dos 7 x 1 começa a assombrar os jogadores, principalmente o zagueiro David Luiz. Aliás este jogador ainda nos faz lembrar deste tsunami ocorrido no Mineirão. Suas falhas frequentes, seu semblante de terror e a irritação constante nos leva a perceber que o pesadelo ainda não acabou.
É impressionante como o time fica sem alternativas quando a marcação adversária pressiona.
A mídia televisiva promoveu o jogo utilizando os dois amigos e pertencente ao incrível trio MSN (Messi, Suárez e Neymar), mas ao final do jogo, ficou nítida a expressão de Neymar muito irritado, querendo tirar satisfações com vários jogadores e arbitragem, enquanto seu amigo Suarez com muita tranquilidade entre alguns sorrisos tentava tirar Neymar da confusão. Neymar que mais uma vez pega suspensão pelos constantes cartões amarelos, demonstrando que não tem condições de ser capitão da seleção. Fica nítida a falta de liderança neste time.
Enquanto isto, continuamos tendo um técnico dirigindo a histórica seleção brasileira que jamais demonstrou ser um verdadeiro técnico de futebol. Coisas do futebol Brasileiro que continua descendo ladeira abaixo.
O resultado tático foi trágico e a maior diferença estava à beira do gramado: Eles tinham um mestre e nós um Dunga.
Pelo menos essa é aminha opinião!
Compartilhar
Gostou do conteúdo?
Participe dos nossos grupos e receba notícias, eventos e ofertas exclusivas direto no seu WhatsApp
Anuncie aqui
Divulgue seu negócio no Conexão Itajubá
Guia Comercial
Ver todos →Participe dos Nossos Grupos
Receba conteúdo exclusivo e fique por dentro de tudo que acontece em Itajubá