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17 de set. de 2018
O clássico que foi dos milhões, agora é dos contrastes
Na 25ª rodada do Brasileirão, três grandes clássicos brasileiros foram disputados. Em Minas apesar de Atlético e Cruzeiro já estar afastados da liderança com pouquíssimas possibilidades, este
Por Prof. Ronaldo Abranches
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Em Minas apesar de Atlético e Cruzeiro já estar afastados da liderança com pouquíssimas possibilidades, este jogo por si só, gera grande motivação de todos os envolvidos. Em São Paulo, o clássico Sansão levava o tricolor a brigar pela liderança, enquanto o Santos tentava manter uma recuperação interessante. Existia uma multidão de torcida multicores a torcer pelo Santos para barrar o maior candidato a campeão, juntamente com o Internacional. Já o Inter, tem uma oportunidade incrível de desgarrar do São Paulo, bastando vencer a fraca Chapecoense nesta segunda feira e com isto avermelhar o Brasileirão. No Rio um clássico dos contrastes. O Flamengo com um milionário elenco, salários em dia, condições de infraestrutura invejável, mas novamente o time previsível de sempre, apesar de estar brigando na parte de cima da tabela. Do outro lado, o Vasco com um elenco muito limitado, com salários atrasados, sem boas condições de trabalho e brigando na zona de rebaixamento. Para abrigar este clássico que já foi dos milhões, o estádio mais caro da Copa, com um gramado horrível e uma ambulância que precisou que os jogadores empurrassem para que ela socorresse o jogador do Vasco com uma grave lesão na cabeça. Imagem que rodou o mundo para mais uma vez sentirmos vergonha do sistema político que aniquila este país de todas as formas. Para continuar a imensidão de contrastes, o time do Flamengo que não consegue surpreender ninguém, foi surpreendido pelo time do Vasco, que não fez como o Corinthians na Copa do Brasil, e veio para cima do Flamengo. O técnico do Vasco Alberto Valentim, para fazer contraste com o do oponente, criou várias surpresas táticas, surpreendendo o inexperiente técnico Rubro Negro que teve a coragem de dizer que eles demoraram um pouco para fazer a leitura do jogo. Enfim, serviu para comprovar que este técnico ainda não tinha condições de liderar um grupo como o do Flamengo. Por isto, aquele já foi o clássico dos milhões, agora é o clássico dos contrastes.
Pelo menos essa é a minha opinião!
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