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23 de jun. de 2015
Espiritualidade V
Não importam as nossas crenças pessoais, não importa se a continuidade da alma e do espírito são ou não realidade para cada um de nós, mas o respeito à solenidade dos momentos de dor, de angú
Por Dra. Graça Mota Figueiredo
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Para isto é preciso que nos dediquemos com urgência a vivificar a nossa própria alma, porque é ela quem nos empresta o amor e a empatia que dedicaremos ao outro que sofre.
Parece difícil?
Exige atenção, é verdade, exige dedicação, é claro. Mas viver não exige atenção e cuidado?
Basta apenas escolher a direção do olhar: menos para as coisas e mais para as pessoas e os sentimentos...
Menos para a posse e mais para o compartilhamento...
Menos para o poder e mais para o apoio...
Menos para o ódio e mais para a tolerância...
Menos para o vazio e mais para o amor...
E a nossa alma ressuscitará, rápida e alegremente, se nos sentarmos ao por do sol, se beijarmos o nosso filho com gratidão pela vida que nos foi confiada, se olharmos para o nosso marido ou a nossa esposa como os parceiros de crescimento que eles sempre são, se respeitarmos as plantas e os animais e a terra e os rios como se fossem nossos irmãos, se nos permitirmos nos sentir ligados por um sutil fio dourado à imensidão do Universo, do qual somos a mais preciosa das poeiras...
É simples assim...
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