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○ Técnico Tite não é somente salvador da pátria, mas também do presidente que não quer largar o osso.

16/10/2017

O Brasil voltou a ser considerado o grande favorito para ganhar a próxima copa do mundo de futebol. Algo impensável até o técnico Tite assumir o comando técnico da seleção brasileira. Esta mudança de rumo a caminho de mais uma copa aconteceu após o escândalo de corrupção descoberto por autoridades policiais internacionais, nas quais foram presos vários dirigentes de confederações de vários países ligados a FIFA, entre eles o presidente da CBF na época, Jose Maria Marins. O seu vice da época que é o atual presidente Marco Polo Del Nero para não ser preso pela Interpol, após este episódio não mais saiu em viagem para o exterior para não correr o risco de ser preso, não participando de nenhuma reunião no exterior representando a CBF. Com esta crise sem precedentes, o presidente mesmo com forte pressão para renunciar do cargo foi-se arrastando para ver se levaria o cargo até o final de mandato. Pois bastou o futebol do Brasil voltar a empolgar a torcida, o atual presidente já pensa em ficar no cargo através de uma reeleição. As articulações políticas já estão em campo. A CBF ofereceu ao seu colégio eleitoral, após o último jogo da seleção Brasileira (contra o Chile), um jantar de comemoração pela classificação do Brasil para a Copa do Mundo da Rússia. Na realidade o motivo foi pano de fundo para uma articulação política para sua reeleição a um novo mandato como presidente da CBF que está por acontecer. Em seu discurso, o cartola fez um resumo de seu último ano de mandato. Entre os pontos dos quais o dirigente se orgulha está a proteção aos clubes que não têm Certidão Negativa de Débitos, permitindo que eles continuem a participar de campeonatos de futebol da primeira divisão e não seja rebaixados por falta de pagamentos da negociação de dividas que fizeram com o governo, contrariando um dos principais pontos da lei do Profut, de 2015.

Na verdade o Técnico Tite ao ajudar a melhorar o desempenho da seleção Brasileira, tornou-se literalmente nosso salvador da pátria. O problema é que mesmo sem intenções também se tornou um salvador do presidente, uma vez que ele próprio já se sentia morto, mas agora está mais vivo que antes na visão do Abranches.

Será que teremos que continuar engolindo um presidente de nosso futebol que não pode viajar para não ser preso por ai?   Onde estão as autoridades brasileiras que dependem das internacionais para fazer cumprir a lei?

Pelo menos essa é a minha opinião!


Fonte: Conexão Itajubá / Panorama FM / Ronaldo Abranches


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