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A QUARTA PEREIRA

12/06/2018

Por Prof. Paulo R. Labegalini

Há quem defenda uma filosofia de comunicação baseada nas três peneiras: a da Verdade, a da Bondade e a peneira da Necessidade. Vamos a um exemplo:

“Um funcionário chegou no chefe e disse-lhe:

- O senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Rocha! Disseram que ele ...

Antes de terminar, o chefe o interrompeu:

- Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

- Que peneiras, chefe?

- A primeira é a da Verdade. Você tem certeza que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Como posso saber? Só sei o que me contaram! – respondeu o funcionário.

- Então, a sua história já vazou a primeira peneira. Vamos para a segunda, que é a da Bondade. Gostaria que os outros também dissessem isso a seu respeito?

- Claro que não, Deus me livre! – falou o funcionário assustado.

- Então, o que iria me contar passou também pela segunda peneira. Finalmente, vamos ver a terceira peneira: a da Necessidade. Você acha mesmo necessário passar esse comentário adiante?

- Bem, talvez não. Pensando melhor, estou até envergonhado daquilo que iria dizer-lhe sobre o Rocha.

- Pois é, da próxima vez que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras antes de obedecer ao seu impulso de passá-lo adiante, certo? – concluiu o chefe.”

Concordo plenamente com os critérios da verdade, da bondade e da necessidade para avaliar um fato antes de contá-lo a terceiros, mas eu ainda o submeteria ao crivo de mais uma peneira. Qual seria a sua quarta peneira, leitor(a)?

Na minha opinião, a última peneira seria a da Salvação. E, para melhor esclarecer mais este critério de julgamento, vou dar outro exemplo:

“Um cidadão flagrou um amigo furtando o seu livro de estimação e, na mesma hora, prometeu ao companheiro que iria castigá-lo. Refletindo sobre as três peneiras, concluiu:

- Sei que o fato retrata a verdade, não condenaria ninguém que me repreendesse por um eventual roubo e acho necessário contar aos outros para que lhe sirva de lição.

Mas, quando pensou na própria salvação, teve certeza que Jesus não aprovaria a sua vingança. Uma verdadeira conduta de cristão seria perdoá-lo e dar-lhe outra chance de se redimir do erro cometido. Portanto, como a história não vazou a peneira da Salvação, resolveu procurar o amigo e dizer-lhe que estava perdoado e que não iria mais castigá-lo.”

Muitos pensam que não é fácil praticar o perdão, fugir do pecado e viver em oração, mas isso tudo é preciso para entrarmos no Reino do Céu. Aqueles que pedem e renovam a proteção de Nossa Senhora a cada dia, ficam muito mais próximos de Deus e conseguem vencer as tribulações deste mundo.

Todos nós queremos ir para o céu, certo? Portanto, reflita sobre a importância das amizades que conquistou na vida e pense também como você pode vir a se salvar. Analise os fatos na verdade, julgue-os com bondade, pondere na real necessidade de comentá-los com os outros e lute pela sua salvação.

Agindo assim, mesmo que às vezes alguém não compreenda a sua atitude, com certeza, nunca se arrependerá.


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