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Vitamina D: a mais comentada do momento!

31/01/2013

Por Vivian Costa

Inúmeros estudos vêm sendo realizados para descobrir a real importância da Vitamina D para nosso organismo.

E os resultados vêm surpreendendo os especialistas, que anteriormente acreditavam que a Vitamina D “somente” desempenhava o importantíssimo papel de promover a absorção do cálcio pelo organismo, sendo fundamental para a formação dos ossos e dentes.

Para muitos ela está sendo considerada a molécula do século no quesito longevidade. 

Mas afinal, por que tanto bafafá?

As pesquisas estão desvendando que a falta da Vitamina D está relacionada desde cansaço prolongado e até mesmo câncer, passando pelo colesterol ruim alterado, osteoporose, hipertensão e muitas outras doenças. Muitos especialistas apontam que várias doenças poderiam ser evitadas com a suplementação de Vitamina D.

Inúmeros estudos têm sido feitos, vamos apontá-los alguns deles (todos bem recentes):

> Grávidas: Gestantes com baixos níveis de vitamina D têm filhos com maior risco de esclerose múltipla. Para os pesquisadores, crianças nascidas em meses com menos incidência de sol têm risco 5% maior de ter a doença; o resultado aponta para necessidade de suplementação da vitamina em gestantes. Estudo publicado no Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry.

> Fumantes: A falta de vitamina D prejudica ainda mais a atividade dos pulmões dos fumantes ao longo do tempo. O nutriente, portanto, pode ter um efeito protetor contra os efeitos do tabagismo sobre a função pulmonar, através de suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Pesquisa do Hospital Brigham and Women, afiliado à Universidade da Harvard e publicado no American Journal of Respiratory and Critical.

> Idosos: Idosos que tomam suplementos de cálcio e vitamina D podem ter uma expectativa de vida maior do que aqueles que não ingerem quantidades suficientes dos nutrientes. Lembrando que a Vitamina D promove a absorção do cálcio no organismo. O estudo foi realizado pelos pesquisadores da Universidade da Aarhus (Dinamarca) e publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

> Crianças: Crianças com baixos de vitamina D que passam a tomar suplementos do nutriente podem chegar a reduzir pela metade o risco de apresentar alguma infecção respiratória, sobretudo nas estações mais frias do ano. A pesquisa foi desenvolvida pelo Hospital Geral de Massachusetts, da Universidade de Harvard, e publicado revista Pediatrics.

> Câncer: A vitamina D pode reduzir em até 50% o risco de câncer de mama e em mais de 66% o de tumores cancerosos colo-retais, é o que apontam os pesquisadores do Centro Moores sobre o câncer, da Universidade da Califórnia.

Diante desses e de vários outros estudos, a vitamina D foi capa recentemente de duas das maiores revistas de circulação nacional – Isto É (edição 03/08/12) e Veja (13/01/13). Vale a pena conferir:

Portanto, insuficiência de Vitamina D é prejudicial a nossa saúde!

Existem dois tipos de vitamina D:

- A D2 é obtida por meio de alimentos, principalmente derivados do leite, fígado, gema de ovo e óleos de peixes gordurosos – como em geral é difícil a ingestão de peixes gordurosos, uma saída é fazer uso de cápsulas de óleo de peixe – Ômega 3, que além de ajudar a regular os níveis de colesterol bom e também auxiliará na complementação da Vitamina;

- A do tipo D3 é produzida pelo organismo em contato com a radiação solar.

Aproximadamente 90% da vitamina D que precisamos vêm da exposição ao sol. Portanto bastaria tomar um solzinho de 15 minutos pela manhã  e ter uma alimentação relativamente saudável para termos os níveis satisfatórios do nutriente no corpo. Bastaria... A verdade é que a vida atribulada de hoje em dia impede que tenhamos vários hábitos saudáveis.

Mesmo nós, vivendo em um país tropical apresentamos níveis insatisfatórios da vitamina D em nossos organismos. Veja o mapa de autoria da Dra. Vera Lúcia Szejnfeld, professora de reumatologia da Universidade Federal de São Paulo, que aponta a taxa de insuficiência de vitamina D em mulheres que já passaram pela menopausa e sofrem de osteoporose.

* Curiosidade: o alto déficit do Oriente Médio se deve, sobretudo, ao uso de vestes que não deixam o corpo exposto.

Quando a suplementação de Vitamina D é indicada.

Para algumas pessoas a suplementação da Vitamina D é bastante recomendada. Os grupos são:

> Mulheres na menopausa: a suplementação é importante para reduzir o risco da osteoporose. Nesse caso é importante combinar com a suplementação de cálcio, mas ele sozinho não faz efeito – se faz necessário o consumo de Vitamina D, pois a mesma promove a absorção do cálcio no organismo. Uma alternativa de suplementação mais completa é o Complexo Vitage, uma combinação de vitaminas (inclusive Vitamina D), minerais (incluindo o cálcio) e fitoterápicos juntos para garantir a necessidade do corpo feminino. Pode ser utilizado por mulheres em todas as idades a fim de colaborar com um organismo equilibrado e saudável.

> Pessoas com mais de 65 anos: a partir dessa idade nosso organismo fica mais propenso a ter fraturas devido à perda óssea. É importante a suplementação de cálcio, aliada à Vitamina D. Além da suplementação via cápsulas de carbonato de cálcio, outra maneira disponível nas Farmácias são as cápsulas de Dolomita, um mineral proveniente de rochas que possui altos índices de cálcio e magnésio.

> Pessoas que estão internadas, impossibilitadas de tomar sol: como 90% da produção de Vitamina D é realizada pelo próprio organismo através da exposição do sol, quando estamos privados dele, a suplementação é extremamente necessária.

> Pessoas obesas: pois a Vitamina D fica agarrada no tecido adiposo, o que acarreta a falta da vitamina no sangue.

Vale ressaltar que os negros têm dificuldade em sintetizar a vitamina D via exposição solar, pois a melanina desempenha uma barreira natural contra os raios solares.

Não deixe de consultar um médico e nutricionista! Converse também com seu farmacêutico!

Vimos que a falta de Vitamina D causa inúmeros transtornos para nossa saúde, mas suplementá-la demasiadamente pode trazer complicações no sistema urinário (como pedras renais, devido ao acúmulo de cálcio nesses locais), náuseas e perda de apetite.


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