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Quando a saudade aperta...

17/06/2018

Por Dra. Graça Mota Figueiredo

Reli hoje o poema que Helena leu para o Marco, quando ele foi velado na Faculdade de Medicina, em 2013.

Obrigada mais uma vez, minha amiga!

“Chegou a hora.

Deixem que eu parta, sem pesares.

Enxuguem as lágrimas, sorriam...

Deixem que eu suba leve, feliz,

rumo à eternidade

onde não há dores nem medo.

Impulsionem-me com a certeza

da missão cumprida.

Dei-lhes todo o meu ser,

meus princípios, minha crença,

minhas vontades e meu amor.

Fui fagulha... mantenham a chama acesa.

Fui alicerce... continuem a construção.

Fui elo... fortifiquem a corrente.

Estarei assistindo.

Estarei amparando.

Estarei seguindo bem de perto.

Estarei amando-os, como sempre.

Eternamente.”

 

Helena de Arruda


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